Artigos e Crônicas

Chega de desculpas.

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Escrito por Antonio Jorge Rettenmaier Sex, 24 de Janeiro de 2014 17:12

Quando tentamos encontrar várias formas e fórmulas de evitar algo que está latente, verdadeiro e não conseguimos, é realmente difícil. Então se inventa uma desculpa. A segunda. Chega à centésima. E volta-se a primeira. E nada de dar certo. Tudo porque talvez seja quase que impossível encarar a verdade. A realidade. E se sucedem as tentativas de fuga. De negar. De tentar esconder. Não assumir. Não dizer. Ou se dissermos, vamos pela não verdade. O mais interessante e cômico de tudo. Assumimos sem concordar. E nesta confusão, nos atrapalhamos ainda mais. Dizemos não como sim, sim como sim, sim como não e não como não.

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Os quatro cantos do dia.

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Escrito por Antonio Jorge Rettenmaier Ter, 01 de Outubro de 2013 13:03

Todos nós podemos ouvi-los. Logo cedo com o nascer do sol, o canto da manhã. Basta que abramos a janela, sintamos as primeiras brisas e digamos cheios de força, bom dia vida. Mesmo que o sol esteja escondido na neblina saberá responder na sua luz com a força para o resto de nosso dia, quem sabe nos trazendo o sorriso que em algum momento foi negado. O canto da tarde, já chega com mais preguiça e cansado, como se fosse uma sonolenta e teimosa melodia de uma sinfonia qualquer. Suas notas soam depois como se corressem um paraíso tropical.

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Releitura da vida

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Última atualização em Sex, 08 de Abril de 2016 15:50 Escrito por Antonio Jorge Rettenmaier Qui, 19 de Setembro de 2013 14:22

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Uma das poucas coisas que não fazemos normalmente. Quem sabe que por medo do que vamos encontrar nas entrelinhas. Até porque estamos sempre imbuídos da necessidade de nos prevenir e pré-julgar. E por causa destes dois fatores deixamos de fazer a releitura que fatalmente trará os motivos reais dos fatos. Digamos que fazendo a releitura de nossas vidas, talvez encontremos em nós mesmos os motivos para nossas decepções.

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Caminhos vazios

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Escrito por Antonio Jorge Rettenmaier Ter, 10 de Setembro de 2013 15:50

São aqueles que trilhamos em qualquer lugar, cidade ou rua, sem reconhecer as marcas de nossos passos que um dia podem ter por ali ter sulcado o destino. Reconhecemos os lugares, mas nos parecem vazios. Vemos rostos e figuras, mas já não mais nos são conhecidos. Por algum estranho motivo, ficamos a imaginar se realmente em algum momento, estivemos por ali. Se reconhecer tudo aquilo não seria fruto de nossa imaginação.

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