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A Escola e os Índios: A permanência desses grupos nos espaços da educação formal. Destaque

A política educacional que temos hoje tem como paradigma a suposição dominante de que a escola é o principal mecanismo para o desenvolvimento de do que chamamos de ordem social democrática e igualitária, e tida, ainda, como um significativo veículo de mobilidade social.

Essas afirmativas na área educacional com vistas a promover a inclusão social das populações mais desfavorecidas e discriminadas, incluindo aí parte da população afrodescendente e indígena. O que diferencia na nossa formação com a dos índios, é a má formação dos professores indígenas.

Um desafio da educação escolar indígena é ter um sistema de ensino de qualidade e diferenciado, no sentido de atender um povo diferente da sociedade nacional, considerando um futuro não são os mesmos que os nossos, e não reduzir a questão ao atendimento por meio dos programas de inclusão social.

A educação indígena deveria ser o discurso orientador das políticas públicas. Mas esse diferenciado é compreendido por muitos povos indígenas como uma discriminação. Assim sendo, uma restrição de que tenham acesso aos mesmos conhecimentos e informações das escolas da sociedade tradicional.

O processo de escolarização dos índios precisa desenvolver um discurso que caiba na análise crítica com a possibilidade de definir as escolas indígenas como exercício democrático de uma cidadania íntegra. Onde os alunos aprendem e refletem sobre as habilidades e conhecimentos.

Esse trabalho foi muito importante para que possamos compreender a situação indígena, especialmente quando esses estão no nosso meio. Porém, entendemos que a pesquisa de campo seria necessária. Mas, não existem recursos financeiros e tempo para esse exercício de cidadania.

França Júnior

Teólogo, Jornalista, Historiador e Pedagogo.